Como usar a black friday a teu favor em processos de alimentos?



Hoje é a #dicadesexta é aproveitar o que a sociedade do consumo e a sociedade do espetáculo tem a nos oferecer e aprender como usar a Black Friday a teu favor.


Talvez você conheça uma mulher que não esteja trabalhando em razão de ser a única responsável pelos cuidados com os filhos. Talvez você seja uma mulher que contraiu empréstimos ou está endividada para fazer frente as despesas dos filhos, não cobertas pelos R$ 300,00 que ele diz que pode pagar como pensão alimentícia.


O valor da pensão é fixado de acordo com as necessidades dos filhos (guarde todas as notas fiscais, recibos, comprovantes, ok?) e as possibilidades de quem paga, observada a proporcionalidade entre ambos os genitores.


Muitos genitores que são autônomos insistem em pagar valores irrisórios aos filhos, sustentando em juízo a ausência de condições. Além da sobrecarga, as mães também tem que lidar com a injustiça daquela informação, vez que sabe que o genitor aufere renda maior àquela que alega.


Uma das formas de demonstrar isso é através do padrão de vida, sabiam? Afinal, é incompatível ganhar um salário mínimo mensal e viajar todo feriado, ter o último iPhone o MacBook. Não cola mais essa de ser um mendigo na frente do juiz e nas redes sociais ficar exibindo o carro novo, postar fotinho de restaurante top ou da academia da moda que vai.


Esses registros são importantes já que, baseados na teoria da aparência, se demonstra a capacidade contributiva real daquele homem, ainda que ele alegue não possuir recursos! Por isso as redes sociais são aliadas importantes, especialmente em épocas de final de ano.


➡️Aproveite que agora em novembro tem a Black Friday e faça prints do computador, celular, Playstation novinhos que ele tá exibindo que acabou de comprar. O mesmo vale para as ostentações de férias/festas/presentes de final de ano tá?


E como isso é utilizado?

Soma-se os valores gastos com itens supérfluos pelo genitor, em comparação com a extensa lista de necessidades (comprovadas e não supridas) do filho. É quase desenhar a sobrecarga materna e como o repasse daquela quantia tem sido insuficiente (e injusta!) para mãe e filho.

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